A Escrita, Marta Garcia

















A escrita é o meu instrumento,
Sem que eu o possa controlar,
Epifania do momento,
As palavras são o meu pensar.

Penso, logo escrevo,
Não consigo parar,
Letras da minha alma,
Não é nenhum segredo.

É um frenesim e uma calma,
Que corre nas minhas veias,
Louco e ponderado,
Sem limites e inspirado,
Numa espiral estonteante,
Até nenhum pensamento restar.

Mas aí durmo,
E penso novamente,
E recomeça de novo.
Este ciclo sem terminar.



Marta Garcia

5 comments:

Unknown said...

Um começo :)

Unknown said...

Um começo :)

Unknown said...


Marta,
Obrigada, por partilhar este bonito poema.
Desejo que essa sua inspiração inesgotável alimente muitas espirais de palavras ao longo da sua vida.
Parabéns!

Unknown said...

Uma escritora a ter em atenção num futuro próximo. Sem dúvida!
Obrigado Marta por partilhares com o mundo a tua sede de palavras.
Deixa-me por favor parabenizar-te!
:)

João said...

A aguardar por novos...