Numa Manhã, de João Freixeda





Então numa manhã, numa manhã chuvosa e fria de Inverno, numa manhã como tantas outras, mas uma manhã diferente de tantas outras, ele parou, olhou e sorriu-lhe.
Sorriu-lhe com todas as suas forças, de forma ousada até, sem que dela se chegasse; falou-lhe em segredo através de um sussurro levado pelo vento, suspirou e continuou, continuou-lhe a falar, sem que seus lábios se abrissem ou palavras se ouvissem.
Falou-lhe pelo olhar, pelo palpitar de tamanha emoção, falou-lhe de paixão…, numa manhã, numa manhã como tantas outras, mas uma manhã diferente de tantas outras.

  João Freixeda
                                                                                                                            

2 comments:

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